Big Shoulders e os jogos que mudam nosso perfil de jogador

Um dos aspectos mais interessantes do mundo dos jogos de tabuleiro, é ir, aos poucos, moldando seu perfil. No início, você parece empolgar com qualquer coisa e se vê perdido no meio de 180 mil jogos lançados onde todos parecem ser essenciais e imperdíveis para sua coleção. No início do hobby eu tinha todas as versões de Munchkin que existe. Também comprei Máfia de Cuba e Mysterium só por que estava barato. Continue lendo “Big Shoulders e os jogos que mudam nosso perfil de jogador”

Best 9 – Os 9 melhores jogos de 2019

Que ano para os boardgames! Enquanto ano passado eu tive de pensar bastante pra preencher ali as posições 8 e 9 na minha lista, esse ano eu tive de pensar muito para retirar jogos do Top 9. Jogos que eu já tinha escrito no papel como Certeza no top como Wingspan e Marco Polo 2 ficaram de fora. Isso por que minha lista, inclui os 9 melhores jogos lançados no MUNDO, e não apenas no brasil nesse ano. Destes, apenas 1 já foi lançado aqui, mas outros 2 já foram lançados, então, esse top pode servir como dica do que de bom está por vir, e do que vale buscar lá fora também. Continue lendo “Best 9 – Os 9 melhores jogos de 2019”

Cooper Island e como bons jogos podem ser cansativos

Eu acredito que, a partir de um certo repertório de jogos, o jogador começa a buscar relevância nas novas aquisições. Por que eu devo manter esse jogo na minha coleção é a pergunta que eu sempre faço. Seria esse mais do mesmo? No próprio texto de Maracaibo, de semana passada, eu digo que parte da qualidade do jogo passará despercebida pelo fato de que, muitas daquelas mecânicas já estão presentes em outro jogo. E é aí que começa a discussão sobre Cooper Island. Continue lendo “Cooper Island e como bons jogos podem ser cansativos”

Terra Mystica Merchants of the Sea: a modernização de um clássico

Poucos jogos mexem tanto com as pessoas como Terra Mystica. O jogo ficou no Top 1 da Ludopedia por uns bons 2 anos e ai de quem ousasse falar mal do jogo. O culto é tão grande, que metade das pessoas tem birra até com Gaia Project, que é o mesmo jogo, do mesmo autor, só que com arestas acertadas. Mas seja pelo amor cego, seja por birra ou pelo o que for, tem gente que não aguenta nem ouvir o nome do irmão espacial do jogo que mais ama. Continue lendo “Terra Mystica Merchants of the Sea: a modernização de um clássico”

Barrage e o encontro de Brass com Banquete a Odin

Um ano atrás, o Anderson Butilheiro estava em Essen e encontrou ninguém menos que Simone Luciane (Marco Polo, Tzolkin, Lorenzo, etc) que começou a falar sobre o novo jogo dele, que teoricamente, era a obra de arte da sua vida. Foi um jogo que ele passou anos preparando para lançar até o ponto onde decidiram fazer, junto com a Cranio Studios, um kickstarter para financiar essa superprodução. Esse jogo era o Barrage! Continue lendo “Barrage e o encontro de Brass com Banquete a Odin”

Essen e a Disneylandia dos Gamers

A feira de Essen de 2019 foi a primeira grande feira de jogos que eu fui na vida. E depois de um tempo planejando, eu cheguei a achar que não ia valer a pena, até que eu fui. Foram 4 dias onde eu me diverti como uma criança de 5 anos indo à Disney e encontrando a Cinderela. Uma experiencia de viagem que há algum tempo não tinha e mal posso esperar por repetir. A idéia desse post então é passar para vocês o que eu vi e vivi na feira. O que joguei, o que gostei e pra quem eu acho que vale a pena ir. Continue lendo “Essen e a Disneylandia dos Gamers”

Ragusa e a estratégia dos jogos elegantes

As regras dos board games modernos tiveram uma interessante evolução com o tempo. Quando você volta aos anos 80/90 (ou até antes disso) quando você tinha os épicos jogos da Avalon Hill, os board games pareciam tentar emular situações próximas do que se encontra nos videogames e jogos de PC. E para isso, haviam manuais de dar inveja a qualquer engenheiro espacial da NASA. Chega até a ser irônico você ouvir um Christian T Petersen (fundador da Fantasy Flight) dizer por aí que ao criar Twilight Imperium, seu intuito era ter jogos de tabuleiro com regras mais simples. Tudo é uma questão de perspectiva certo? Continue lendo “Ragusa e a estratégia dos jogos elegantes”

Tapestry, e as super produções dos board games

James Stegmaier sabe vender um jogo. Ele é tipo o Midas dos board games. A cada novo lançamento dele parece que o jogo é o novo enviado de Jesus Cristo ao mundo para nos salvar. E embora ele lance jogos muito bons, isso causa, de forma óbvia, uma decepção no público que esperava que o jogo andasse sobre as águas. O intuito desse texto, é então, o de dar uma visão um pouco mais realista do que é Tapestry e responder a pergunta: o jogo é realmente bom? Continue lendo “Tapestry, e as super produções dos board games”

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