Cooper Island e como bons jogos podem ser cansativos

Eu acredito que, a partir de um certo repertório de jogos, o jogador começa a buscar relevância nas novas aquisições. Por que eu devo manter esse jogo na minha coleção é a pergunta que eu sempre faço. Seria esse mais do mesmo? No próprio texto de Maracaibo, de semana passada, eu digo que parte da qualidade do jogo passará despercebida pelo fato de que, muitas daquelas mecânicas já estão presentes em outro jogo. E é aí que começa a discussão sobre Cooper Island. Continue lendo “Cooper Island e como bons jogos podem ser cansativos”

Maracaibo e a reciclagem de Alexander Pfister

Alexander Pfister parecia que estava em rota direta ao panteão dos designers. Depois de 2 Spiel des Jahres seguidos por Broom Service e Isle of Skie e uma dobradinha de Mombasa e Great Western Trail, já tinha quem dizia que ele era o Midas do Boardgame, o autor que não errava, e aí veio Blackout: Hong Kong. Continue lendo “Maracaibo e a reciclagem de Alexander Pfister”

Terra Mystica Merchants of the Sea: a modernização de um clássico

Poucos jogos mexem tanto com as pessoas como Terra Mystica. O jogo ficou no Top 1 da Ludopedia por uns bons 2 anos e ai de quem ousasse falar mal do jogo. O culto é tão grande, que metade das pessoas tem birra até com Gaia Project, que é o mesmo jogo, do mesmo autor, só que com arestas acertadas. Mas seja pelo amor cego, seja por birra ou pelo o que for, tem gente que não aguenta nem ouvir o nome do irmão espacial do jogo que mais ama. Continue lendo “Terra Mystica Merchants of the Sea: a modernização de um clássico”

Barrage e o encontro de Brass com Banquete a Odin

Um ano atrás, o Anderson Butilheiro estava em Essen e encontrou ninguém menos que Simone Luciane (Marco Polo, Tzolkin, Lorenzo, etc) que começou a falar sobre o novo jogo dele, que teoricamente, era a obra de arte da sua vida. Foi um jogo que ele passou anos preparando para lançar até o ponto onde decidiram fazer, junto com a Cranio Studios, um kickstarter para financiar essa superprodução. Esse jogo era o Barrage! Continue lendo “Barrage e o encontro de Brass com Banquete a Odin”

Essen e a Disneylandia dos Gamers

A feira de Essen de 2019 foi a primeira grande feira de jogos que eu fui na vida. E depois de um tempo planejando, eu cheguei a achar que não ia valer a pena, até que eu fui. Foram 4 dias onde eu me diverti como uma criança de 5 anos indo à Disney e encontrando a Cinderela. Uma experiencia de viagem que há algum tempo não tinha e mal posso esperar por repetir. A idéia desse post então é passar para vocês o que eu vi e vivi na feira. O que joguei, o que gostei e pra quem eu acho que vale a pena ir. Continue lendo “Essen e a Disneylandia dos Gamers”

Ragusa e a estratégia dos jogos elegantes

As regras dos board games modernos tiveram uma interessante evolução com o tempo. Quando você volta aos anos 80/90 (ou até antes disso) quando você tinha os épicos jogos da Avalon Hill, os board games pareciam tentar emular situações próximas do que se encontra nos videogames e jogos de PC. E para isso, haviam manuais de dar inveja a qualquer engenheiro espacial da NASA. Chega até a ser irônico você ouvir um Christian T Petersen (fundador da Fantasy Flight) dizer por aí que ao criar Twilight Imperium, seu intuito era ter jogos de tabuleiro com regras mais simples. Tudo é uma questão de perspectiva certo? Continue lendo “Ragusa e a estratégia dos jogos elegantes”

Tapestry, e as super produções dos board games

James Stegmaier sabe vender um jogo. Ele é tipo o Midas dos board games. A cada novo lançamento dele parece que o jogo é o novo enviado de Jesus Cristo ao mundo para nos salvar. E embora ele lance jogos muito bons, isso causa, de forma óbvia, uma decepção no público que esperava que o jogo andasse sobre as águas. O intuito desse texto, é então, o de dar uma visão um pouco mais realista do que é Tapestry e responder a pergunta: o jogo é realmente bom? Continue lendo “Tapestry, e as super produções dos board games”

Pipeline e o jogo do ano que não acabou

Pipeline foi um Kicstarter que passou meio despercebido para mim. Foi na mesma época do Barrage e esse prometia ser o jogo do ano (e talvez ainda seja) e então eu deixei passar. Ah, se arrependimento matasse. Enquanto Barrage ainda pode alcançar o posto agora que finalmente foi enviado e Tapestry chegou de surpresa prometendo, Pipeline já é o melhor jogo do ano e agora resta ver se ele se mantém no posto até 31 de dezembro. Continue lendo “Pipeline e o jogo do ano que não acabou”

Batman e a qualidade x diversão dos board games

Existe uma expressão em inglês chamada “guilty pleasure”(prazer com culpa). Ela é usada para denominar aquela coisa que você tem consciência que é ruim mas que adora assim mesmo sabe? É tipo adorar aquele pastelão do Adam Sandler no cinema, ouvir Funk/Sertanejo escondido, ou não perder um episódio de Dawson’s Creek na TV. Mas é tão bom! Bem, eu não gosto de Adam Sandler, Dawson, Funk ou Sertanejo, mas Batman: Gotham City Chronicles virou o meu mais recente guilty pleasure. Continue lendo “Batman e a qualidade x diversão dos board games”

Blog no WordPress.com.

Acima ↑