Nemesis e os jogos que contam história

Diário de viagem Dia 389 03:34

Acordamos da hibernação em uma nave estranha. O que teria acontecido? Deveríamos acordar apenas ao chegarmos na Terra. O nosso anfitrião está morto. Seu corpo está próximo das cápsulas de hibernação. Ele parece ter sido acordado primeiro. Algo está errado por aqui! Continue lendo “Nemesis e os jogos que contam história”

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Rise of Queensdale, o OUTRO Euro Legacy

Rise of Queensdale é o novo euro legacy que saiu na GenCon e depois sumiu dos mapas. O jogo era super aguardado, levava o nome de Inka & Markus Brandt na Capa (Village, Ganges, Exit, etc) mas a decepção que muitos tiveram com Charterstone fizeram com que muitos desistissem até mesmo de se inteirar de Queensdale. Continue lendo “Rise of Queensdale, o OUTRO Euro Legacy”

Rise of Fenris: a exploração do mundo de Scythe

AVISO: Review sem SPOILERs, mas no final, vou revisar o conteúdo das expansões para quem tiver em dúvida se ela vale após campanha. Aí, coloco numa caixa fechada com um botão para abrir os SPOILERs apenas para quem quiser ler. Pode ir sem medo.

James Stegmaier me parece ser o único homem de negócios de verdade no mundo do Boardgame. Ao contrário de outras empresas ainda meio familiares de produção de boardgames, a Stonemaier se tornou uma empresa que sabe, como ninguém, trabalhar uma marca. Scythe é o exemplo disso. Ele não é apenas um boardgame. É uma gama de produtos que cria um mundo de receita para a empresa. Tem jogo, 2 expansões, 1 campanha, moeda de metal, recursos realistas, mecas de metal, caixa Lendária, novo deck de encontros. Juro que não vou me espantar se achar algum TAZO do Scythe no próximo pacote de Cheetos que abrir.

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#Best9 – Os melhores jogos de 2018

O ano de 2018 foi intenso no mundo dos Boardgames. No Brasil, foi uma enxurrada de lançamentos, principalmente no final do ano, capitaneado pela Galápagos/Asmodee com quase 6 lançamentos por mês, todo mês. Foi também o 1o ano do Red Meeple, que com certeza ficará marcado na anais da história, ali, lado a lado com momentos icônicos do passado como a tentativa de mudar o nome da Petrobras pra Petrobrax, o lançamento da Cherry Coke no Brasil e a inauguração das lojas Espaço Blah (um bar/lounge aberto, claro, no meio do shopping para você paquerar por SMS. Tinha tudo pra dar certo) por todo país. Continue lendo “#Best9 – Os melhores jogos de 2018”

O Bom, o Mau e o Western Legends

Eu nunca fui super fã de Sandboxes e/ou Pick up and Deliver. Por isso, quando vi o Kickstarter de Western Legends em meados de 2017, eu não me animei muito. O jogo me pareceu meio aberto demais (como um Sandbox deveria ser) e naquele momento, que eu ainda era tão euromediesado, eu não vi motivo para comprar. Veio então 2018 e posso dizer que este, foi um dos jogos que mais me surpreendeu. Continue lendo “O Bom, o Mau e o Western Legends”

Gugong e o Mistério do Jogo Sem Nome

Acho que nunca tivemos uma polêmica tão grande sobre o nome de um produto, desde que o Lolo resolveu mudar de nome para Milkbar (o que, convenhamos, foi uma grande ideia de jerico da Nestle). A polêmica sobre Gugong antecede em muito a questão do nome da caixa na edição BR que já deu o que falar na Ludopedia. O jogo, havia sido lançado no Kickstarter como Forbidden City (Cidade Proibida), mas, por uma questão de Copyright, decidiu mudar de nome para Gugong, que, para quem não sabe, é outro nome do mesmo palácio imperial chinês. Continue lendo “Gugong e o Mistério do Jogo Sem Nome”

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