Pipeline e o jogo do ano que não acabou

Pipeline foi um Kicstarter que passou meio despercebido para mim. Foi na mesma época do Barrage e esse prometia ser o jogo do ano (e talvez ainda seja) e então eu deixei passar. Ah, se arrependimento matasse. Enquanto Barrage ainda pode alcançar o posto agora que finalmente foi enviado e Tapestry chegou de surpresa prometendo, Pipeline já é o melhor jogo do ano e agora resta ver se ele se mantém no posto até 31 de dezembro. Continue lendo “Pipeline e o jogo do ano que não acabou”

Anúncios

Batman e a qualidade x diversão dos board games

Existe uma expressão em inglês chamada “guilty pleasure”(prazer com culpa). Ela é usada para denominar aquela coisa que você tem consciência que é ruim mas que adora assim mesmo sabe? É tipo adorar aquele pastelão do Adam Sandler no cinema, ouvir Funk/Sertanejo escondido, ou não perder um episódio de Dawson’s Creek na TV. Mas é tão bom! Bem, eu não gosto de Adam Sandler, Dawson, Funk ou Sertanejo, mas Batman: Gotham City Chronicles virou o meu mais recente guilty pleasure. Continue lendo “Batman e a qualidade x diversão dos board games”

Jornadas na Terra Média e jogos sem inspiração

Como fazer um review de um jogo que tem inúmeros defeitos e que mesmo assim vai agradar a maior parte dos jogadores? Como poder pontuar coisas que me parecem inaceitáveis para no final dizer que, se este é seu estilo, indico o jogo para você comprar? Bem, um dos desafios de qualquer crítica é saber separar pontos críticos de nossos gostos. E saber reconhecer que, mesmo diante de problemas, algo pode agradar. Então, é isso que vou tentar fazer aqui hoje. Espero que você curta.
Continue lendo “Jornadas na Terra Média e jogos sem inspiração”

Betrayal Legacy e os jogos que vão além da mecânica

AVISO: Texto NÃO CONTÉM SPOILERS. Todos exemplos utilizados são generalistas da minha cabeça para passar a impressão do jogo.

No final do ano passado eu me encontrei em um dilema de boardgames enquanto passava minhas férias de fim de ano em Santiago do Chile. Lá, na Entre Juegos, achei o Betrayal Legacy em ingles. E se por um lado eu sou Maria Campanha, por outro, eu não gosto do jogo base (Betrayal at the House of Hill) do qual o jogo se baseou. Foi então que, mais uma vez, o canal Man vs Meeple influenciou a minha decisão. Eu já havia colocado na cabeça que nessa campanha eu não iria me comprometer com 14 partidas de um jogo que não gosto. Mas aí, veio o MvsM e disse que Betrayal Legacy foi, não somente o melhor jogo do ano de 2018, mas também, uma das melhores experiências de Boardgame que eles já tiveram na vida. E por mais vendido que seja o canal, eu não imaginei que uma declaração tão forte como essa teria vindo apenas pelo patrocínio. Continue lendo “Betrayal Legacy e os jogos que vão além da mecânica”

7th Continent e os problemas dos jogos de exploração

É engraçado como a opinião da gente muda, não é mesmo? Quem acompanha o blog desde o início já me viu dizendo que não gostava de jogos cooperativos e imersivos. E de repente, me viu me apaixonando por jogos que são justamente isso como T.I.M.E. Stories, Detective, Cronicles of Crime, Exit, etc. A verdade, é que eu descobri um novo gênero dentro dos coops, que foram os jogos de exploração (com um pouco de dedução). E aí, com o tempo, eu também fui conseguindo vivenciar e separar as experiências, e entender o que acho bom e o que vejo com defeito nesse gênero, e por que já me desfiz do meu T.I.M.E. Stories e bem mais recentemente, do meu 7th Continent. Continue lendo “7th Continent e os problemas dos jogos de exploração”

Cuba Libre e os jogos que inspiraram ROOT

É engraçado como um jogo pode ser tido como tão original mesmo sendo quase uma cópia de jogos famosos que existem desde 2012. Mas foi assim que aconteceu. E meio que do nada, Root tomou o mercado como um furacão. Daqueles que já foram lançados praticamente esgotado. Ganhou prêmios por onde passou e chega no Brasil mais hypado que hamburgueria gourmet com cerveja artesanal. Por que será? De onde veem esses bichos? Para onde vão? O que eles comem? Hoje, no Red Meeple. Continue lendo “Cuba Libre e os jogos que inspiraram ROOT”

Rails to the North – Como deixar seu Great Western Trail ainda melhor

Great Western Trail é um dos meus jogos favoritos e já foi motivo de análise aqui no canal. Provavelmente está no meu Top 10 da vida (embora eu talvez consiga enumerar 15 jogos no meu Top 10) e eu acho ele um jogo tão redondo que eu fiquei bem cabreiro na hora que anunciaram uma expansão para ele. GWT simplesmente não precisa de expansão. Ou pelo menos, era isso o que eu achava. Continue lendo “Rails to the North – Como deixar seu Great Western Trail ainda melhor”

Narcos e a Gameficação da Netflix

Eu gosto de jogos de movimentação escondida! Isso precisa ficar claro desde o primeiro momento deste review. Desde Interpol, passando por Fury of Dracula, eu curto bastante esse joguinho de gato e rato. E foi por isso que, quando eu ouvi o canal Man vs Meeple falar que Narcos redefine o gênero de movimentação escondida, eu fiquei entusiasmado com o jogo. E durante as últimas semanas, desde que consegui a última cópia vim pensando no que escrever sobre ele e é por isso que estamos aqui. Continue lendo “Narcos e a Gameficação da Netflix”

Wingspan e o engine building de curta duração

No texto sobre Le Havre e o Custo x Benefício dos Engine Builders eu escrevi sobre como essa mecânica criação de uma máquina de pontos, que começa pequena e termina com super mega combos, é uma das minhas favoritas mas tem um sério problema de conseguir entregar um jogo completo em curto espaço de tempo. O melhor engine building que eu já joguei, The Colonist, demorou quase 10 horas de jogo e eu simplesmente nunca quis mais jogá-lo outra vez. E então, meio que para me sacanear, ou apenas para me contradizer, o mercado resolveu lançar uma nova modalidade de Engine Buildings: os de curta duração. Continue lendo “Wingspan e o engine building de curta duração”

Crie um website ou blog gratuito no WordPress.com.

Acima ↑